Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-las nas suas, ela doce arde, arde, flameja. Thaiane, 16. Brazil.
(Clarice Lispector)
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